segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Como salvar os artigos e dicas do Baixaki em PDF

Confira como baixar notícias, artigos e dicas publicadas no site e arquivar tudo em seu computador.


Se você acessa o Baixaki todos os dias, já está acostumado a conferir por aqui tudo o que acontece de mais importante no mundo da tecnologia. Além das notícias diárias, o site também publica regularmente artigos, dicas e tutoriais sobre os mais variados assuntos.
Pensando nos usuários que nem sempre estão diante de um computador com acesso à internet, o Baixaki acaba de implantar uma novidade no site. A partir de agora você pode baixar qualquer artigo da seção “Tecnologia” em PDF.
Ter acesso a essa nova funcionalidade é muito simples. Em uma página de notícias, como esta que você visualiza agora, localize a terceira linha abaixo do título. Nela você encontrará 6 opções. A última delas, ao lado do botão “Imprimir”, é a opção “Salvar em PDF”.
Basta clicar sobre o botão, escolher a pasta de destino no seu computador e pronto. Você acaba de fazer o download completo do arquivo, com imagens, e pode acessá-lo quando quiser no computador. Para visualizar os arquivos em PDF você pode utilizar um dos diversos programas disponíveis no Baixaki.

Por Wikerson Landim em 24 de Fevereiro de 2011
http://www.baixaki.com.br/

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Gerenciamento de marcadores ganha novidades no Gmail

Configurações independentes e opções de visibilidade passam a ser funções nativas no cliente de email da Google.
A Google anunciou a inclusão de duas novas funcionalidades do Labs como recursos permanentes do Gmail. No blog oficial do serviço, o engenheiro de software Stanley Chen comentou a ativação das funções “Hide read labels” e “Hide Labels from Subjects”.

A primeira opção permite ao usuário decidir se quer exibir ou não os itens marcados quando todos eles já tiverem sido lidos. Caso não existam novas mensagens, a opção pode ficar desabilitada, tornando a aparecer somente quando um novo conteúdo estiver disponível.
O mesmo tipo de funcionalidade também passa a ser aplicado para os assuntos. Ou seja, a partir de agora você pode escolher o que ficará destacado e o que ficará oculto. Para acessar as novidades basta acessar o menu drop down, na lateral, ou ir direto às configurações do Gmail.

Por Wikerson Landim em 25 de Fevereiro de 2011
http://www.baixaki.com.br/

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Semicondutores orgânicos vão permitir a criação de telas flexíveis

Empresa de nanotecnologia apresenta primeiro microprocessador orgânico, componente que deve originar gadgets dobráveis.

Durante a International Solid-State Circuits Conference, evento de eletrônica realizado em São Francisco (EUA) esta semana, a empresa belga IMEC apresentou o primeiro microprocessador fabricado com semicondutores orgânicos. A invenção deve originar uma série de novos gadgets com telas e sensores flexíveis.
O componente usa um substrato de plástico, circuitos de ouro e dielétricos orgânicos para formar um circuito lógico de 8 bits com 4 mil transistores. Apesar de ter potencial de chips da década de 70, a novidade tem a vantagem de ser dobrável – o que oferece maior resistência aos semicondutores.
A novidade desenvolvida pela empresa especializada em nanotecnologia consegue executar 6 instruções por segundo, taxa bem inferior a outros equipamentos mais avançados – como o Watson, computador “inteligente” da IBM.
O microprocessador, criado pelos cientistas Paul Heremans e Jan Genoe, podem ser envolvidos em tubos e revestidos com sensores para registrar a pressão média de água em determinado canal, por exemplo. Entretanto, o grande potencial do componente orgânico é a possibilidade de ser aplicado em eletrônicos com formas mais inusitadas, revolucionando o design dos gadgets.

Por Fernando Daquino24 de Fevereiro de 2011

http://www.baixaki.com.br/

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Drivers

Se você precisa baixar um drive e não sabe onde encontrar, não se preocupe.
Acesse o http://www.superdownloads.com.br/ e acabe de uma vez por toda com essa dificuldade.

Aproveite.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Apple e Samsung podem fazer negócios

Rumores afirmam que a empresa de Steve Jobs vai investir pesado na compra de componentes para seus aparelhos.



Uma publicação do jornal Korea Economic Dailycoloca a Samsung como principal fornecedora de componentes para a Apple. De acordo com os rumores, o valor investido seria de U$ 7.8 bilhões só em 2011.
A compra seria de telas, processadores e chips de memória, destinados para iPhones e iPads. As duas empresas já fizeram negócios antes, mas se este rumor se concretizar, a Samsung será o maior fornecedor da Apple na atualidade.

Por Daniele Starck em 15 de Fevereiro de 2011
http://www.baixaki.com.br/

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Versão 10.2 do Adobe Flash Player já está disponível

Nova versão do plugin conta com aceleração por hardware, tela cheia para dois monitores e muito mais



A Adobe disponibilizou hoje a versão final do Adobe Flash Player 10.2 para Windows, Linux e Mac. O plugin gratuito continua essencial para os usuários de qualquer navegador e extremamente leve, apenas 2.77 MB.

A nova versão do Flash suporta a criação de conteúdo 3D. O número de dispositivos também foi ampliado e abraça uma grande quantidade de celulares, smartphones e notebooks.
O novo Flash agora suporta tela cheia para dois monitores, assim mesmo que uma janela esteja sendo executada em tela cheia, o outro monitor pode também ser utilizado sem problemas.
Segundo a Adobe houve melhorias na aceleração gráfica, aprimoramento de compatibilidade com navegação privada, suavização de fontes por meio da tecnologia ClearType, som de melhor qualidade além de mais opções na integração com hardware.

Por Wikerson Landim em 9 de Fevereiro de 2011
http://www.baixaki.com.br/

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Fim dos endereços na internet: saiba o que isso significa em dez perguntas e respostas

Na última quinta-feira (3), o Icann – organização responsável pela distribuição de endereços IPs na internet – declarou que não há mais endereços IPs disponíveis e que era necessário haver uma mudança na tecnologia utilizada para que a web possa crescer. Para esclarecer o assunto, o UOL Tecnologia preparou algumas perguntas e respostas, explicando como o fim dos endereços IPv4 vai mudar a internet e influenciar na vida do usuário comum.


O que é IP?


O IP (ou protocolo da internet) é, basicamente, um número de identificação de um computador na internet. No caso de usuários domésticos, os provedores de acesso são os fornecedores desta identificação. As páginas da rede só são acessíveis, pois elas também têm um endereço IP.
Apesar de sempre digitarmos, por exemplo, http://www.uol.com.br para acessar a página do UOL, o navegador (programa que permite acessar conteúdos na interrnet) converte o endereço digitado por um endereço IP: http://200.221.2.45 – que é o IP do UOL.
A ideia de digitar um texto para acessar um site, em vez de um conjunto de números, surgiu para facilitar a vida do usuário. Caso isso não ocorresse, teríamos que andar com uma lista com os IPs dos sites que mais utilizamos.

Ouvi falar que acabaram os IPs disponíveis. O que isso significa?



Na semana passada, em coletiva de imprensa, o Icann anunciou que acabou o estoque mundial de IPv4 (versão 4 do protocolo IP). Os últimos endereços foram fornecidos para a região da Ásia e do Pacífico. Agora, todos os estoques estão nas mãos de órgãos regionais que administram a distribuição desses endereços.
No Brasil, segundo o Nic.br, órgão que coordena o registro de nomes de domínio, a previsão é que em 2012 acabe o estoque de IPv4 válidos no país.
A recomendação do Icann é que provedores de acesso, de conteúdo, governos e empresas, de modo geral, comecem a atualizar seus produtos e conteúdos para a tecnologia IPv6 (versão 6 do protocolo IP).

Por que acabaram os endereços disponíveis?



Não há mais IPs de versão 4 disponíveis, pois, inicialmente, a internet não foi pensada como algo comercial. Nos primórdios da rede, o fim da web era ser utilizada por militares ou para interconectar universidades, para a troca de conhecimento. Porém, após se tornar comercial – na década de 90 – cada vez mais pessoas e empresas passaram a utilizar a rede, esgotando os cerca de 4 bilhões de endereços disponíveis.

O que é um endereço IPv4? O que é um endereço IPv6?


A internet funciona com endereços IP de versão 4. Ele é composto por 32 bits e tem capacidade máxima de 4,2 bilhões de endereços (o número exato é 2 elevado a 32). Exemplo de endereço IPv4: 192.168.0.8 .
Já o IP versão 6 é composto por números hexadecimais (nesse sistema de endereçamento, além de números, entram as letras A, B, C, D, E e F). A capacidade máxima desse tipo de endereçamento é 3,4 x 1038 (o número exato é 2 elevado a 128). Exemplo de endereço IPv6: 2001:0db8::53.

Tem IPv4 e IPv6, mas não tem IPv1, IPv2, IPv3 ou IPv5?

As versões que não são utilizadas do IP (protocolo da internet) foram usadas apenas para testes. As versões mais estáveis foram a 4 (em vigência) e a 6 (próxima geração).

Quais as diferenças entre IPv4 e IPv6?

Além do fato de o sistema IPv6 ter números hexadecimais (os próximos IPs também serão compostos por letras), a principal diferença é a quantidade de endereços disponíveis. O IPv4 permite até 4 bilhões de combinações, enquanto o IPv6 disponibiliza trilhares de possibilidades a mais.
Uma das vantagens da larga disponibilidade de endereços é a implantação da chamada “internet das coisas”. “O IPv6 dá condições para que o usuário possa ter um endereço IP para cada dispositivo em sua casa. Dessa forma, por exemplo, ele poderia, facilmente, acessar informações sobre sua geladeira enquanto está no trabalho”, explicou Antonio Moreiras, coordenador de projetos do Nic.br (instituição responsável pelo registro e manutenção dos nomes de domínio).

Eu, como usuário, o que devo fazer para me preparar para essa mudança de endereçamento IP?

Absolutamente nada. O processo para o usuário comum vai ser praticamente transparente, pois boa parte dos hardwares e sistemas operacionais (distribuições Linux, Mac OS e a plataforma Windows) disponíveis já suporta o IPv6. Talvez, alguns provedores de acesso (como Telefônica, Net, etc) tenham que usar aparelhos novos para novos clientes ou trocar equipamentos já instalados.
Mesmo os novos clientes não vão precisar fazer nada diferente para, por exemplo, solicitar um serviço de banda larga em casa. Pessoas que mantêm algum tipo de site devem procurar seus provedores e verificarem qual é o procedimento para implantar a tecnologia.

O que as empresas envolvidas (provedores de acesso, conteúdo, fabricantes de hardware) devem fazer?

Provedores de acesso, de conteúdo e governos devem atualizar equipamentos e migrar seus conteúdos para IPv6.
Segundo Antônio Moreiras, as empresas já estão se movimentando para a migração de tecnologia. “Já existe um processo de migração há alguns anos, mas está tímido -- até pelo fato de demandar um custo das empresas. Porém, agora com o esgotamento do IPv4, a tendência é que seja feito algo antes do término das reservas.”
De acordo com Moreiras, um terço das redes autônomas do Brasil já tem blocos de IPv6. As redes autônomas são, basicamente, compostas por empresas que detêm faixas de IP. Para ele, isso demonstra o quanto as companhias estão interessadas em fazer essa transição.

O que pode acontecer se nada for feito?

Na situação hipotética de um site migrar para IPv6 e um provedor de acesso não, o assinante do serviço de internet não conseguirá acessar esse site. O contrário também pode acontecer.
Imagine a seguinte situação: um usuário contrata um serviço de 3G (internet móvel) e já recebe um endereço IPv6. Caso ele tente acessar um site x que não suporte a tecnologia, ele não vai conseguir visualizá-lo. Ou seja, pode ser que haja ‘apagões’ causados pela incompatibilidade de tecnologias.

É possível que as duas tecnologias trabalhem juntas?

Sim, porém será necessário a criação de sistemas que consigam converter conteúdos IPv6 para conexões à internet com IPv4. E vice-versa. A tendência é que, inicialmente, ambas existam e, após um tempo, tudo vire IPv6.

Pelo site http://www.uol.com.br/